quarta-feira, 13 de abril de 2011

Entre ovelhas e bodes.

Para renascer quando o Senhor separar os bons dos maus, ex-aluno lavou com sangue o caminho da ressurreição, em mais um sacrifício de crianças destinado a assegurar a eternidade de quem o pratica


José de Souza Martins*
O Estado de S.Paulo

A modernidade chegou ao Brasil na manhã dessa quinta-feira, na plena indistinção entre ficção e realidade. Foi na sala de aula de d. Leila, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, que apenas iniciava as lições do dia. A modernidade é na essência assim, no esperado inesperado. A rotina das balas perdidas nos fala disso todos os dias.
A imagem de uma câmera de vigilância mostrou Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, transitando calmamente de uma sala para outra, revólver na mão, a imagem seguida da correria de crianças em desespero na busca da saída. Quando ele entrou na sala de d. Leila, os alunos, divertidamente, acharam que era uma arma de brinquedo. Só acordaram quando viram o sangue correr, a morte chegando.
Wellington fora aluno da escola, era um tipo fechado, que em casa passava longas horas na internet. Cidadão da sociedade da imitação e da indistinção entre o virtual e o real. Naquela manhã, Wellington havia apertado a tecla errada. Eis a modernidade em osso e pó, resíduo e imitação, teatro e tragédia, cópia de outros acontecidos, jeito de ser alguém sendo ninguém.
Mas há detalhes nisso tudo para se compreender o incompreensível. A começar de que o ato teve forma e conteúdo sociais, definidos e determinados. Não foi propriamente loucura. Nele se propõem as autenticidades profundas do nosso ser coletivo, aquilo que ainda somos mesmo não sabendo. Resquícios de uma religiosidade arcaica, mas viva. O que ali se viu foi um rito sacrificial medonho, perfeitamente delineado e explicado na carta-testamento do assassino. O mundo da modernidade se constituiu pelas formas superficiais modernas e ligeiras (como a da escola), sufocando os conteúdos e concepções das crenças arcaicas.
Wellington foi minucioso na expressão das últimas vontades, nos pedidos e recomendações que fez. É aí que estão os primeiros indícios do rito. Não se trata de um documento confuso nem se trata de um documento de teor fundamentalista e muçulmano. O texto é muito claro: explica, documenta e situa culturalmente o crime. Ali estão seus valores de referência, relativos à pureza do corpo e à sua purificação ritual para o sepultamento. Esse é o nó de todo o complicado caso.
Wellington pede que seu corpo não seja tocado por impuros, os não castos, os adúlteros e fornicadores, o que é próprio da tradição do sagrado. Pede que o corpo seja despido, banhado, enxugado e vestido com um lençol branco, deixado numa bolsa em uma das salas da escola. A família de seus pais adotivos era de testemunhas de Jeová, particularmente preocupados com a natureza religiosa da água na purificação do corpo. Há influência de costumes judaicos nessa tradição e não é incomum que cristãos façam recomendação semelhante. Há uma certa transcendência no cotidiano do mundo moderno, justamente porque a modernidade é superficial e não chegou às estruturas profundas da sociedade e da personalidade. Foram essas estruturas profundas que se manifestaram no massacre.
Wellington pede ritos de purificação do corpo para se apresentar perante o Eterno. Pede que um fiel cumpra o rito sacerdotal da intercessão, que ore por ele e por ele peça perdão, "rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida". Não são raros, no Brasil, os casos de sacrifício de crianças para assegurar a eternidade de quem o pratica. O ato de Wellington foi o da preparação da ressurreição.
Aparentemente, todo o processo se situa na biografia marcada pela perda dos pais biológicos e posterior perda dos pais adotivos, em especial a mãe. Após a morte dela, Wellington deixou a casa da família e recolheu-se à solidão de uma casa de Sepetiba, rito comum de purificação dos anacoretas. Preparava-se para a morte e o tenebroso transe, para reencontrar a mãe. Pede, aliás, para ser sepultado ao lado dela, na recusa extrema da orfandade, por ele concebida como mutilação, imperfeição, temor de muitos no cristianismo arcaico em face do Dia do Juízo. O ataque às crianças na escola de Realengo foi seletivo, meninas de preferência a meninos e adultos, porque elas, as virgens, as primícias, simbolizam a pureza na relação com o sagrado. Wellington lavou com sangue propiciatório o caminho da sua eternidade, para reencontrar a companhia da mãe na espera do dia em que o Senhor separará as ovelhas e os bodes, para nascer de novo.
O mais complicado aspecto desse crime é o da quebra da tradição que o inspirou. Wellington armou-se até os dentes, manejou com destreza as armas que levava, deu tiros certeiros. As testemunhas de Jeová, procedência religiosa de Wellington, repudiam as armas e o serviço militar por meio da objeção de consciência. Além de rastrear a origem do armamento, é fundamental decifrar essa quebra de tradição religiosa e a conexão que o assassino estabeleceu entre a crença e a opção pela violência das armas.
*JOSÉ DE SOUZA MARTINS, PROFESSOR EMÉRITO DA USP, É AUTOR DE A SOCIABILIDADE DO HOMEM SIMPLES (CONTEXTO).

terça-feira, 12 de abril de 2011

DEZ TESES SOBRE A FRONTEIRA

1 – A falta de processamento e diagnóstico adequados por parte dos países vizinhos das distintas realidades, percepções e necessidades promove intervenções governamentais equivocadas;

2 – Ao assumir a fronteira unicamente como limite territorial se fortalece o pressuposto que o território nacional é distinto do vizinho e que internamente os países constituem espaços uniformes e homogêneos. No entanto, isso encobre que as regiões de fronteira possuem relações culturais e sociais mais estreitas com seus vizinhos do que com as capitais e outras regiões de seus respectivos países;

3 – A preocupação com a segurança pública, com o combate a violência, ao contrabando e ao descaminho enfraquece a cidadania por violarem direitos e centralizar recursos públicos que poderiam ser destinados à cultura, ao lazer, a educação e a saúde;

4 – A ausência de cooperação governamental e a ruptura de relações diplomáticas impossibilitam a busca de soluções mais amplas, que não sobrecarreguem ou atribuam a responsabilidade exclusivamente à população fronteiriça;

5 – A mistura de interesses políticos e econômicos entre as esferas do público e do privado e entre os governos dos municípios, estados e federação, atrasa providencias para problemas simples, como a melhora da qualidade de vias públicas;

6 – A falta de clareza nos projetos societários afeta as definições nas propostas de desenvolvimento regional;

7 – Não há suficiente valorização da cooperação para atender a problemática da segurança cidadã, impedindo a construção de outras perspectivas, com formas e conteúdos diferentes daquelas atualmente aplicadas;

8 – O fluxo de pessoas, mercadorias e capitais entre as regiões fronteiriças é impulsionado pelas diferenças jurídicas e tributarias existentes entre os países, não devido a uma suposta igualdade existente;

9 – As políticas aplicadas nas regiões de fronteira com o intuito de disciplinar os fluxos correspondem a intervenções triangulares, envolvendo políticas de educação/formação, repressão/fiscalização e urbanização/reforma espacial;

10 – As identidades são construídas por meio de conflitos e diferenças, flexibilizadas e manipuladas conforme interesses e necessidade de colocação nos espaços sociais existentes.

sexta-feira, 8 de abril de 2011


IRON MAIDEN COVER [Acacia Avenue]
Local: Casulo Rock Bar
Data: 10/04/2011
Hora: 18:07
Entrada: R$: 5,00
Informações: Robinho - 9927- 4166 / 8427- 0161

Feirinha da JK
Data: domingo
Local: Avenida JK, em frente à agência da Caixa Econômica Federal
Horário: 8h às 12h
Entrada: franca

Feirinha da Praça
Data: sábados e domingos
Local: Avenida Rep. Argentina, em frente ao Teatro Barracão
Horário: 8h às 12h
Entrada: franca.

Cine Cataratas Jl Shopping
Atividade Paranormal: Tóquio
Classificação: 12 anos
Gênero: Suspense/Terror
Legenda: Legendado
Duração: 1h. 32min.
Horários: Diariamente: 15:30h, 17:30h, 19:30h e 21:40h.

Sem Limites
Classificação: 14 anos
Gênero: Ação
Legenda: Legendado
Duração: 1h 45min.
Horários: Diariamente: 15:20h, 17:30h, 19:40h e 21:50h

Rio
Classificação: Livre
Gênero: Animação
Legenda: Dublado
Duração: 1h 40min.
Horários: Diariamente: 15:00h, 17:00h, 19:00h e 21:00h.

Rio [3D]
Classificação: Livre
Gênero: Animação
Legenda: Dublado
Duração: 1h 40min.
Horários: Diariamente: 14:00h, 16:00h, 18:00h, 20:00h e 22:00h.

Sexo sem Compromisso
Classificação: 14 anos
Gênero: Comédia Romântica
Legenda: Legendado
Duração: 1h 43min.
Horários: Diariamente: 17:20h e 21:40h

Cine Boulevard
Vovó...Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho
Classificação: Livre
Gênero: Comédia/Policial/Crime
Legenda: Dublado
Duração: 1h 47min.
Horários: Diariamente: 17:20h, 19:40h e 22:00h.

Fúria Sobre Rodas
Classificação: 16 anos
Gênero: Ação/Suspense
Legenda: Legendado
Duração: 1h 45min.
Horários: Diariamente: 17:50h, 20:10h e 22:20h.

Rio
Classificação: Livre
Gênero: Animação
Legenda: Dublado
Duração: 1h 40min.
Horários: Diariamente: 15:00h, 17:00h, 19:00h e 21:00h.

As Mães de Chico Xavier
Classificação: 10 anos
Gênero: Drama
Legenda: Nacional
Duração: 1h 55min.
Horários: Diariamente: 17:00h, 19:30h e 21:50h.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Campanha contra o uso de agrotóxicos

Você sabia que todos os dias quando almoçamos e jantamos ingerimos uma quantidade enorme de venenos? Nossos alimentos estão contaminados porque as lavouras em todo o Brasil são pulverizadas com grande quantidade de agrotóxicos.

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo desde 2009. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais.
Os agrotóxicos contaminam a produção dos alimentos que comemos e a água (dos rios, lagos, chuvas e os lençóis freáticos) que bebemos!
Mas os venenos não estão só no nosso prato. Todo o ambiente, os animais e nós, seres humanos, estamos ameaçados!
Os agrotóxicos causam uma série de doenças muito sérias, que atacam os trabalhadores rurais, comunidades rurais e toda a população, que consome alimentos com substâncias tóxicas e adquire muitas doenças.

A culpa é do agronegócio!
Esse é o nome dado ao modelo de produção agrícola que domina o Brasil e o mundo. Esse jeito de produzir se sustenta nas grandes propriedades de terra (o latifúndio), uma grande quantidade de máquinas (que levam à expulsão das famílias do campo e à superpopulação das cidades), no pagamento de baixos salários (inclusive, trabalho escravo), muito lucro para as grandes empresas estrangeiras e na utilização de uma enorme quantidade de agrotóxicos.
A expansão desse modelo de produção agrícola é responsável pelo desmatamento, envenena os alimentos e contamina a população.
Ao contrário do que dizem as grandes empresas, é possível uma produção em que todos comam alimentos saudáveis e diversificados. A saída é fortalecer a agricultura familiar e camponesa.
No lugar dos latifúndios, pequenas propriedades e Reforma Agrária. Desmatamento zero, acabando com devastação do ambiente. Em vez da expulsão campo, geração de trabalho e renda para a população do meio rural.
Novas tecnologias que contribuam com os trabalhadores e acabem com a utilização de agrotóxicos Proibição do uso dos venenos. Daí será possível um jeito diferente de produzir: a agroecologia.

Participe dessa campanha para acabar com os agrotóxicos!
Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida

terça-feira, 5 de abril de 2011

As fronteiras e a violência: um novo capítulo para uma velha história.

Existe uma preocupação manifesta na sociedade civil em relação aos índices de violência no Brasil e, mais especificamente, nos seus limites internacionais. Neste sentido, a presença de grupos criminosos vinculados ao descaminho de mercadorias e ao tráfico de drogas, armas e pessoas é denunciada e acusada como o grande problema regional. O clima de instabilidade e insegurança que predominaria nas regiões de fronteira derivaria das atividades ilícitas, e contaminaria, como uma espécie de praga, todo o cotidiano da população.
            Sem sombra de dúvidas, tais sensações possuem fundamento. Conforme apresenta o Mapa da Violência do Brasil de 2008, dos dez municípios mais violentos do país três encontram-se em região de fronteira internacional (Foz do Iguaçu/PR, Guairá/PR e Coronel Sapucaia/MS). Não suficiente, entre os anos de 2002 e 2006, os dois primeiros municípios referidos lideraram o ranking de homicídios promovidos por armas de fogo. Todavia, esses indicadores não são isolados, problemas relacionados à saúde pública e a educação também poderiam ser destacados.  
             Contudo, esse fenômeno preocupante e que periodicamente recebe atenção midiática não é recente e, muito menos, pontual. Historicamente, as fronteiras configuram-se como lugares de incertezas e violência. Em regiões caracterizadas por desigualdades sociais, onde ocorre à confluência de limites internacionais de países estruturalmente distintos, as fronteiras tendem a ser exploradas economicamente através de mecanismos e estratégias ilegais. Devido a isso, elas possibilitam a coexistência de práticas modernas derivadas, em grande medida, da circulação de capitais e mercadorias, com práticas tradicionais muitas vezes radicalizadas, que aqui podem ser representadas pela exploração intensiva do trabalho e a formação de grupos de extermínio.  
            Buscando a promoção de um paralelo, a observação dos índices de homicídio nas outras fronteiras da América Latina permite afirmar que a estreita relação entre fronteira e violência não é exclusividade das cidades brasileiras. Levando em consideração as taxas levantadas em 2007 e 2008 sobre o número de homicídios em cada 100 mil habitantes, contatam-se similitudes entre as diferentes realidades. Para facilitar a visualização, os dados estão expostos na tabela abaixo.

Taxas de Homicídios em Algumas Fronteiras da América Latina
Fronteira
Ano
Número de Homicídios a cada 100 mil habitantes
México - EUA
2008
74
México - Guatemala
2008
23
México - Bélice
2008
48
Honduras - Nicarágua
2008
65
Venezuela - Colômbia
2008
34
Venezuela - Brasil
2008
40
Colômbia - Venezuela
2008
68
Colômbia – Brasil
2008
51
Colômbia - Panamá
2008
32
Equador – Colômbia
2008
35
Argentina - Brasil
2007
18
Argentina - Uruguai
2007
19
Chile - Peru
2007
6
Chile - Argentina
2007
8
Chile - Bolívia
2007
7
Fonte: Carrión & Espín (2011)

            A tabela apresenta de forma resumida os dados referentes apenas a algumas fronteiras do continente e os índices dizem respeito ao número de mortes ocorrido apenas de um lado da fronteira. Por exemplo, observa-se que na fronteira da Venezuela com a Colômbia foram mortas 34 pessoas a cada 100 mil habitantes e, do outro lado, na fronteira da Colômbia com a Venezuela foram 68. Outro aspecto a ser observado, é o impacto econômico. Os países politicamente mais estáveis e com a economia mais desenvolvida apresentam índices mais reduzidos de mortes.
            Isso permite afirmar que as fronteiras entre os países com melhores taxas de crescimento e de distribuição de riqueza tendem a possuir os índices mais baixos de homicídios. Neste sentido, observa-se que as fronteiras européias possuem freqüentemente taxas de homicídio muitas vezes abaixo de dois dígitos, sem falar que, muitas vezes, as divisas entre os países não possui nenhuma espécie de fiscalização. No Brasil, as taxas dos cinqüenta municípios mais violentos variam de 107,2 a 68 mortos a cada 100 mil habitantes, enquanto a média do país em 2006 foi de 26,2 homicídios.
            Tal situação expressa que o grande problema não é a fronteira, mas os níveis de desenvolvimento diferenciados existentes em uma mesma região. No mesmo sentido, as posturas jurídicas e tributárias diferenciadas existentes nos diferentes países do continente acabam permitindo a utilização da fronteira de maneira instrumental. Logo, a solução para os problemas não se encontra na radicalização da fiscalização, mas na construção de políticas de desenvolvimento comuns.  

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nada mais...

Nada mais...
Nada mais que você
Não quero mais que um aperto de mão.
Nada mais que um abraço.
Não quero mais que um sorriso.
Não quero mais que um olhar.
Nada mais que um beijo.
Não quero mais que o tempo
Nada mais...
Nada mais que viver
Não quero mais um dia sem você
Nada mais que nós
Não quero mais que promessas
Nada mais que palavras
Não quero mais que você eu.
Nada mais...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Agenda Cultural Alternativa

Cineclube apresenta filme Batismo de Sangue.
Sessão no sábado contará com debate sobre o regime militar.
 O Cineclube Sessão Aberta exibe o filme “Batismo de Sangue”.A projeção irá acontecer na semana em que o golpe militar completa 47 anos, tendo como objetivo instigar o debate sobre os anos de chumbo no Brasil.
O Cineclube é promovido pelas associações culturais iguaçuenses Casa da América Latina, Associação Guatá e Casa do Teatro.
Dirigido por Helvécio Ratton, “Batismo de Sangue” mostra a participação dos frades dominicanos na resistência à ditadura militar, oferecendo apoio ao legendário Carlos Marighella. 
A produção é baseada no livro de memórias homônimo escrito por Frei Betto, que ganhou em 1985 o Jabuti, principal prêmio literário do Brasil. O filme, aclamado pela crítica, é fiel ao texto ao retratar as seqüelas físicas e psicológicas deixadas nas vítimas de policiais e militares torturadores. 

Para provocar o debate, a sessão terá uma mesa composta por Aluízio Palmar (jornalista, perseguido político e presidente do Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz Iguaçu) e por Fabricio Pereira da Silva (professor Adjunto de Ciência Política e Sociologia da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, a UNILA). 
Debate: Aluísio Palmar (jornalista) e Fabrício Silva (professor Unila)
Quando: sábado, 02 de abril, às 19 horas
Onde: Teatro Barracão - Praça da Bíblia
Indicação: 16 anos.
ENTRADA: GRATUITA.
Feirinha da JK
Data: domingo
Local: Avenida JK, em frente à agência da Caixa Econômica Federal
Horário: 8h às 12h
Entrada: franca

Feirinha da Praça
Data: sábados e domingos
Local: Avenida Rep. Argentina, em frente ao Teatro Barracão
Horário: 8h às 12h
Entrada: franca.

Cine Cataratas Jl Shopping
Fúria Sobre Rodas (3D)
Gênero: Ação/Suspense
Classificação: 16 anos
Legenda: Legendado
Duração: 1h 45min.
Horários: Diariamente: 15:40h, 17:45h, 19:50h e 22:00h

Rango
Gênero: Animação
Classificação: Livre
Legenda: Dublado
Duração: 1h47min
Horários: Sexta, Sábado, Domingo, Segunda e Terça: 15:00h e 17:20h / Quarta e Quinta: 15:00h, 17:20h, 19:30h e 21:50h

Esposa de Mentirinha
Gênero: Comédia Romântica
 Classificação: 12 Anos
 Legendado
 Duração: 1h57min
Horários: Diariamente: 16:00h, 19:00h e 21:30h

Atividade Paranormal: Tóquio
Classificação: 12 anos
Gênero: Suspenste/Terror
Legenda: Legendado
Duração: 1h. 32min.
Horários: Diariamente: 15:30h, 17:30h, 19:30h e 21:40h.

Animais Unidos Jamais Serão Vencidos (3D)
Classificação: Livre
Gênero: Animação
Legenda: Dublado
Duração: 1h. 36min.
Horários: Diariamente: 17:00h e 19:00h.

Invasão do Mundo - Batalha de Los Angeles
Classificação: 12 anos
Gênero: Ficção
Legenda: Legendado
Duração: 1h. 56min.
Horários: Diariamente: 16:00h, 18:30h e 21:20h.

Cine Boulevard
Gênero: Drama
Classificação: 12 anos
Legenda: Legendado
Duração: 1h. 50min.
Horários: Segunda a Sexta: 17:30h, 19:50h e 22:20h / Sábado e Domingo: 15:20h, 17:30h, 19:50h e 22:20h.

Gênero: Comédia/Polícia/Crime
Classificação: Livre
Legenda: Dublado
Duração: 1h 47min.
Horários: Diariamente: 17:20h, 19:40h e 22:00h

Gênero: Drama
Classificação: 10 anos
Legenda: Nacional
Duração: 1h 55min.
Horários: Diariamente: 17:00h, 19:30h e 21:50h

Fúria Sobre Rodas
Gênero: Ação/Suspense
Classificação: 16 anos
Legenda: Legendado
Duração: 1h 45min.
Horários: Diariamente: 15:50h, 18:00h, 20:10h e 22:20h